Queremos agradecer à todos que compraram as cartelas do bingo em prol dos alunos dos 5ºs anos "A" "B" e "C", aos patrocinadores do bode e do ferro elétrico, as pessoas que direta ou indiretamente ajudaram para realização do evento, e principalmente aos alunos pelo brilhante desempenho na venda das cartelas.
sábado, 3 de novembro de 2012
A equipe da Vigilância e Prevenção de Acidentes e Violência nas pessoas da psicóloga Kelly, a assistente social Ionara e o educador em saúde Ailton, estiveram reunidos na nossa escola com os alunos das professoras Daniely e Angélica (1º ano "A") e Dalvanete (5º ano "A") com o tema BULLIYNG; o que levou o alunado a perceber suas causas e consequências.
Para chegar ao seu objetivo a equipe utilizou slides, o que causou várias discussões, e como retorno os alunos produziram desenhos e cartas para expressarem algo vivido ou vivenciado por eles sobre violência.
domingo, 28 de outubro de 2012
"Homenagem ao Dia do Funcionário Público-28 de Outubro"
F aça da tua profissão,
U m sacerdócio de amor e união,
N o árduo dia de labuta,
C reia, tudo que você faz,
I nterfirirá no bem ou mau de você ou de alguém,
O ódio, egoísmo apague do teu vocabulário,
N a vida só o amor constrói e, é capaz de dar a paz,
A ma teus inimigos sem retribuição do bem,
R ir dos problemas é uma forma de enfrentá-los,
I ndo ou vindo do trabalho seja você mesmo,
O rdene a você mesmo: trabalhar com dedicação e amor.
P odemos não ser bem remunerados, mas
U m sonho de virá realidade, nos faça lutar, pois:
B raços fortes e unidos derrubam muros,
L utar por direitos, é obrigação de cidadão,
I sto só nós não conseguiremos, mas unidos,
C reia que Deus está do nosso lado, pois Ele é justiça,
O rgulho do nosso trabalho está no benefício da nação.
Parabéns à todos os Funcionários Públicos, em especial aos do Marta Bezerra!
Lúcia, Dadinha, Ozila e Ozilma, Naldo, Leandro, Kleverlan, Eduardo, Adriana, Vilani, Wilma, Anunciação, Altivo, Professores e Equipe Gestora.
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
REFLEXÃO
Joias Raras
Narra antiga lenda que um rabi, religioso dedicado,
vivia muito feliz com sua família. Esposa admirável e dois filhos queridos.
Certa vez, por imperativos da religião, o rabi
empreendeu longa viagem ausentando-se do lar por vários dias.
No período em que estava ausente, um grave acidente
provocou a morte dos dois filhos amados.
A mãezinha sentiu o coração dilacerado de dor. No
entanto, por ser uma mulher forte, sustentada pela fé e pela confiança em Deus,
suportou o choque com bravura.
Todavia, uma preocupação lhe vinha à mente: como
dar ao esposo a triste notícia?
Sabendo-o portador de insuficiência cardíaca, temia
que não suportasse tamanha comoção.
Lembrou-se de fazer uma prece. Rogou a Deus auxílio
para resolver a difícil questão.
Alguns dias depois, num final de tarde, o rabi
retornou ao lar.
Abraçou longamente a esposa e perguntou pelos
filhos...
Ela pediu para que não se preocupasse. Que tomasse
o seu banho, e logo depois ela lhe falaria dos moços.
Alguns minutos depois estavam ambos sentados à
mesa. Ela lhe perguntou sobre a viagem, e logo ele perguntou novamente pelos
filhos.
A esposa, numa atitude um tanto embaraçada,
respondeu ao marido: deixe os filhos. Primeiro quero que me ajude a resolver um
problema que considero grave.
O marido, já um pouco preocupado perguntou: o que
aconteceu? Notei você abatida! Fale! Resolveremos juntos, com a ajuda de Deus.
- Enquanto você esteve ausente, um amigo nosso
visitou-me e deixou duas joias de valor incalculável, para que as guardasse.
São joias muito preciosas! Jamais vi algo tão belo!
- O problema é esse! Ele vem buscá-las e eu não
estou disposta a devolvê-las, pois já me afeiçoei a elas. O que você me diz?
- Ora mulher! Não estou entendendo o seu
comportamento! Você nunca cultivou vaidades!... Por que isso agora?
- É que nunca havia visto joias assim! São
maravilhosas!
- Podem até ser, mas não lhe pertencem! Terá que
devolvê-las.
- Mas eu não consigo aceitar a ideia de perdê-las!
E o rabi respondeu com firmeza: ninguém perde o que
não possui. Retê-las equivaleria a roubo!
- Vamos devolvê-las, eu a ajudarei. Faremos isso
juntos, hoje mesmo.
- Pois bem, meu querido, seja feita a sua vontade.
O tesouro será devolvido. Na verdade isso já foi feito.
- As joias preciosas eram nossos filhos.
- Deus os confiou à nossa guarda, e durante a sua
viagem veio buscá-los. Eles se foram.
O rabi compreendeu a mensagem. Abraçou a esposa, e
juntos derramaram grossas lágrimas. Sem revolta nem desespero.
Os filhos são joias preciosas que o Criador nos
confia a fim de que as ajudemos a burilar-se.
Não percamos a oportunidade de enfeitá-las de
virtudes. Assim, quando tivermos que devolvê-las a Deus, que possam estar ainda
mais belas e mais valiosas
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